22.9.10

Santos F.C., o PT e o Brasil

Vou fazer a analogia que o petista Lula gosta de fazer: comparar tudo o que ocorre à nossa volta com as coisas do futebol.
Mal comportado, respondão e briguento, igualzinho às crianças birrentas que aprontam nas escolas com o aval dos pais, que ainda por cima apoiam seus monstrinhos e vão tirar satisfações com os professores, o jogador Neymar do Santos, que havia xingado seu próprio técnico, brigado com o capitão da sua equipe e com o auxiliar técnico - o que é de conhecimento de todos - foi afastado por indisciplina, a pedido do técnico ofendido.
As opiniões quanto ao afastamento da equipe, ao pagamento de multa e a uma enérgica puxada de orelhas no jogador foram unânimes. Todos os que lidam com atletas do futebol recomendaram e apoiaram a iniciativa do treinador Dorival Júnior, para que não fosse criado um monstro (palavras do técnico René Simões), um mimado, revoltado, predador e desequilibrado marginal do futebol. Resultado: o técnico Dorival Júnior acaba de ser demitido. Perdeu a queda-de-braço para interesses maiores por trás do fato, o poder econômico, as vaidades, os conflitos de interesses.

O jogador foi reintegrado ao time antes do término da sua suspensão e o presidente do clube o está ninando no colo e afagando sua cabeça.
Tudo igualzinho ao que ocorre com o PT: estes camisas-vermelhas-cor-de-sangue aprontam o tempo todo, nos ministérios, nas estatais, nas transgressões, nas invasões de terra, no nepotismo, nos desvios de dinheiro, na lei eleitoral, nas agressões verbais, na discriminação contra todos os “outros”, ou seja, todos aqueles chamados de burgueses-loiros-de-olhos-azuis e que não pensam como eles. E nada acontece. O brasileiro continua rindo da própria desgraça, acha tudo divertido, vai votar no Tiririca e emplacar um monte de ex-terroristas e mensaleiros no governo.
Esse é o retrato do Brasil, que sob a batuta do operário fanfarrão não está valorizando a disciplina, o cumprimento da lei, a ordem e o progresso estampados na bandeira nacional.
De bom, sobra unicamente o fato de que o técnico demitido Dorival Júnior eventualmente venha a dirigir o meu time, o São Paulo F.C., e trazer ao clube e aos jogadores os conceitos éticos e morais que nem o Santos, nem o PT e muito menos o Brasil andam valorizando ultimamente.

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