21.8.10

Peter e a “marquetologia” da imagem de Dilma

Recebo novo telefonema de Peter. Como você leu abaixo, Peter é um velho amigo que está muito familiarizado com as coisas que ocorrem na política. Acho que agora ele não vai mais largar do meu pé.
Peter sempre adorou as mulheres, mas confessou-me que esta Dilma lhe mete muito medo. Dela, só quer distância.
Desfiou por um longo tempo sua tese de como os marqueteiros ‘construíram’ uma nova mulher para enganar o eleitorado e sugeriu-me publicar um artigo que saiu no ‘Estado de São Paulo’ sobre a candidata do PT. Então aqui vão alguns extratos do tal artigo do Estadão:
Seus dois casamentos foram um fracasso, tanto é que terminaram. Nunca cuidou de uma casa, de um lar, de ‘um cantinho um violão, este amor, uma canção’.

Onde uma foto de véu e grinalda? Onde uma foto de batizado? Onde uma foto de namoro? Onde uma foto de festinha de criança? Onde um único gesto de "maternidade" ou de "matrimônio"?
Sua capacidade de relacionamento é tida e havida como um problema, pois a sua fama é de ser intratável, intragável, estúpida, mal educada com os subordinados. Onde o marido? Onde o amante? Onde o macho?
Esta Dilma que quer realçar seu "lado mulher", que não é relevante para o exercício do cargo, é apenas um truque marqueteiro, simplesmente não existe. Sua mudança de visual, na tentativa de feminilizar a sua figura tosca e bruta, é uma mistura de botox com chapinha, é resultado de manipulação exercida por uma equipe de transformação paga a peso de ouro, que trabalha em cima de um layout de avatar de presidente, superficial e forçado.
Como mulher, como "mãe que cuida", com todo o respeito, Dilma é um embuste, um truque, uma pegadinha. Ela não tem as credenciais mínimas como mãe, como esposa, como companheira fora do partido e da guerrilha, como mulher.
E não é que o feeling do Peter estava certo?

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