26.8.10

Os psicopatas

Analisando os livros de História, é muito fácil se chegar à conclusão de que a maioria dos dirigentes políticos (presidentes, ditadores, reis, imperadores) sempre foi composta de psicopatas, em maior ou menor grau de periculosidade.
Nem é preciso relembrar as figuras tortas de Hitler, Bokassa, Idi Amim Dada, Milosevic, Mussolini, Papa Doc, Baby Doc, Pinochet, Stroessner, Nicolau II, Stalin, Kublai Khan, Mão Tse Tung, Saddam Hussein, Pol Pot, entre outros tantos que exalavam suas psicoses por todos os poros, sendo difícil estabelecer qual deles foi mais cruel, assassinou mais adversários políticos e extreminou mais povos e raças.
Abrindo-se os livros de História de hoje, é surpreendente notar como os psicopatas se renovam e surgem à testa dos seus países, como Chavez, Fidel, Kim Jong-il, os Kirchner e Ahmadinedjad, entre outros tantos. O Brasil não fica muito atrás neste capítulo: desde Getúlio Vargas, passando por Jânio, Jango, Médici, Sarney, Collor e o próprio Lula, qualquer psicólgo detectará traços acentuados de desvios em todos eles.
Nem sempre suas psicopatias significam consumar assassinatos, mas todos têm em comum os delírios do poder, a manipulação, necessidade do reconhecimento, facilidade de armações políticas, doutrinação dos seus puxa-sacos, megalomania e a formação de um enorme exército de abnegados, a qualquer custo. Alguns sofrem de explosões emocionais incontroláveis (Jânio, Collor), outros de depressão (Getúlio). Aparentemente, só os psicopatas alcançam o poder máximo de um país. Gente normal, como você e eu, dificilmente chegaremos lá.
Agora chega de escrever! Meu terapeuta está me esperando para minha sessão de análise. Mas eu sou normal! Sou normal!

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