1.6.10

Meu “encontro” com Jorge Amado

1960. Eu trabalhava no Centro de São Paulo, onde à época se situava a maioria das agências de propaganda. Certo dia, passando frente à Livraria Siciliano, na Rua Conselheiro Crispiniano, notei um certo agito de pessoas no interior da loja. Curioso, descobri que lá estava o escritor Jorge Amado lançando seu livro “Velhos Marinheiros” e autografando os exemplares.
Não tive dúvidas. Fã assumido dos seus escritos (eu já havia lido Jubiabá, Capitães de Areia, Seara Vermelha, Os Subterrâneos da Liberdade e Gabriela, Cravo e Canela), comprei o livro, postei-me na fila e consegui seu autógrafo – duplo, por sinal, pois acabou a tinta da caneta quando ele assinava o nome pela primeira vez.
Foi a única vez que me deparei com o escritor baiano, famoso por preferir o sossego e a rede em sua casa na Bahia.

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