13.4.10

Senador propõe punição de juiz

O presidente da CPI da pedofilia, senador Magno Malta (PR-ES), propõs que o juiz responsável pela soltura do estuprador suspeito pela morte de seis jovens em Goiânia responda pelos seus atos.
Chega a ser inconcebível para nós, simples cidadãos, que um estuprador condenado por crimes anteriores e novamente suspeito de cometer crimes ocorridos logo após sua saída da prisão, tenha sido liberado sem uma prévia análise psicossocial, apenas quatro anos após sua prisão, originalmente uma condenação de 14 anos.
Muito provavelmente nem o juiz, nem os outros responsáveis pela liberação do criminoso assistem às séries americanas, sucesso mundial, que tratam, acima de tudo, de traçar perfis de criminosos sexuais – pedófilos e estupradores - e que, através de pesquisas e acompanhamento de especialistas, provaram da impossibilidade de recuperação de tais indivíduos.
Como existe no Brasil uma enorme prevenção, criada pela neurose petista-trotskista-esquerdista, contra tudo o que vem dos Estados Unidos – tecnologia, ciência, conhecimento, arte, literatura e até cinema – experiências e dados tão importantes nunca são considerados. Aí, nós, os tupiniquins, somos obrigados a passar pelo “déjà vu”, pela reinvenção da roda, pela redescoberta do fogo.
Na era da informação, é inacreditável que um juiz que possui em suas mãos o poder sobre a soltura ou a manutenção em prisão de um estuprador psicopata, ignore em tal grau o progresso da ciência e da psicologia.

2 comentários:

  1. "Apesar de os magistrados criminais terem liberdade de negar a progressão da pena,a LEP determina que examinem caso a caso,analisando o perfil individual de cada condenado e levando em conta a gravidade dos crimes por ele cometidos,os tribunais abarrotados de processos,vêm concedendo benefícios quase automaticamente.Com isso,presos condenados pelos mais variados tipos de delito,passaram a considerar progressão da pena como direito adquirido.E,desde então,a lei,que foi especialmente pensada para assegurar a ressocialização do preso,se converteu em fator de banalização da pena e de agravante da violência criminal.Leis que não encontram respaldo na realidade do Judiciário e do sistema carcerário acabam deixando a população à mercê de psicopatas e de criminosos empedernidos."(Estadão de hoje,13/04/2010)Enviado por Maria A. Franzoni

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  2. As leis,neste país,até que são bonitas.Mas não há logística que as apóie,para que possam ser colocadas em prática como DEVEM ser colocadas em prática.Por ex.-o Estatuto da Criança e do Adolescente,o famoso ECA-sabe quanto foi que,na Inglaterra,calcularam que custaria cada infrator,se a ele fossem aplicados todos os tratamentos previstos em estatuto semelhante?40 000 dólares por ano!Em termos de Brasil,mais ou menos 10 000 reais por mês.Alguém acha que dá certo?(Maria A Franzoni)

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