5.4.10

Ditador cubano fala “em nome do povo”

Raúl Castro, arremedo do ditador cubano Fidel, afirmou neste domingo que seu país prefere "desaparecer" a aceitar a "chantagem" de Estados Unidos e Europa com "manipulações" sobre a vigência dos direitos humanos na ilha. "Este país jamais será dobrado. Antes prefere desaparecer, como demonstramos em 1962", disse o governante em alusão à chamada "Crise dos Mísseis", durante a Guerra Fria.
Esta arrogância me lembra de uma historinha singela que contam sobre Garrincha, nosso memorável ponta-direita da seleção. Quando seu técnico lhe explicava como deveria funcionar o esquema tático do jogo, ele retorquiu: “E vocês já avisaram o outro time?”
É inacreditável como os psicopatas em plantão no poder se arrogam o direito de falar em nome dos seus povos. Os cubanos completam meio século sem direito a voz ativa, vivendo de forma miserável, proibidos de externar opiniões políticas e alijados de todo conforto, modernidade e tecnologia que o resto do mundo usufrui. E jamais são ouvidos pelos dirigentes.
A revolução cubana é um escárnio. Povo miserável, presos políticos, milhares de exilados... enquanto se descobre que Fidel Castro é um bilionário, listado pela Revista Forbes como um dos homens mais ricos do mundo, fotografado em sua mansão com piscina. Provavelmente a única piscina da ilha.
É vergonhoso que uma pá de intelectuais e políticos brasileiros ainda louve a tal política ditatorial cubana. Entende-se: eles não moram lá, não precisam mendigar por alimentos, transportes, saúde nem empregos. Não correm o risco de parar nas masmorras cubanas. Não precisam fazer greve de fome para ser ouvidos. Eles estão no bem bom do Brasil, tomando seus uisquezinhos importados, vestindo roupas de grife, recebendo bolsas indenizatórias e outras benesses esquerdistas.

Um comentário:

  1. Mais um preso político cubano vai morrer.Guillermo Farinas,há 43 dias em greve de fome,declara:'Minha morte já está decretada pelo presidente da República.Não mais farei contato com autoridades cubanas.Lula tem as mãos manchadas de sangue,assim como Raul Castro,pela morte de Orlando Zapata.Se eu morrer,meu sangue também maculará as mãos de Lula.Outros cubanos iniciaram greve de fome e têm nosso apoio,é uma causa comum.Estamos denunciando para que ponham em liberdade presos políticos doentes'.O governo cubano não cumpre as normas mínimas de tratamento aos presos.(17.000 foram fuzilados no paredão.80.000 morreram tentando escapar para os EEUA.Ninguém merece!

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