29.1.10

Comercialzinho "barato" - cerveja Carlton

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Gastaram uma verbinha mixuruca para preparar este comercial. Será que os resultados compensaram?

Dinheiro fácil

Você já levantou um empréstimo em banco?
Sem falar nos juros estratosféricos, o banco deixou de cobrar o seu empréstimo de volta?
Pois existe gente que vive tranquilamente das benesses bancárias.
Como por exemplo Miguel Serpa, o líder do MST que invadiu a Cutrale, uma das maiores fabricantes de suco de laranja do Brasil. Ele assinou convênios com o Incra em nome de uma associação fajuta. O valor repassado chegou a R$ 222 mil. Essa associação acabou sendo considerada inadimplente pelo próprio Incra. E os supostos beneficiados pelo convênio nunca receberam benefício nenhum. O prejuízo ultrapassou R$ 1,3 milhão.
Agora você já sabe: basta fundar uma associação qualquer, dizer que é do MST, levantar dinheiro do governo, fazer a festa, e jamais pensar em devolver ao banco. O MST pode tudo!

E o cara só está preso por ter liderado a invasão da Cutrale, causando prejuízos de mais de um milhão de reais, entre vandalismo e roubo de equipamentos e materiais.

Imagem: G1 Globo

28.1.10

Flanelinhas, outra vez!

Guarde bem o nome deste provinciano vereador de Londrina: Zaqueu Berbel, de um tal partido PRP. Pois esse cara quer legalizar a flagrante ilegalidade que ocorre em Londrina: a atividade dos chamados flanelinhas – aqueles marmanjões inúteis, quase todos fortes e bem nutridos, que não têm e nem procuram ter uma profissão definida e vivem de achacar, assustar e ameaçar os proprietários de carros que desejam estacionar em alguma rua ou avenida da cidade.
Os proprietários de carros já pagam uma série de tributações injustas e compulsórias anualmente, como o IPVA e seguro obrigatório - além de zona azul, pedágios e seguro do veículo.
A obrigação pela integridade do veículo e do motorista é da polícia. A mesma polícia que faz vista grossa, é complacente com os flanelinhas ilegais e raramente está próxima de você.
O vereador deveria apresentar um pedido ao governo estadual para que o truculento governador Requião, que muitos chamam de “O Exterminador do Futuro”, aumente o efetivo policial da cidade, que possui uma das menores porcentagens de policiais na ativa por cidadão no país.
Flanelinhas? Berbel? Boicote esse projeto. Prefira pagar um estacionamento.

27.1.10

“Americanês” na publicidade (continuação)

Data Sheet: Cartão contendo informações e dados efetivos sobre produto e seu desempenho.
Dead Line: Prazo limite da entrega de um trabalho.
Extrapolation: Projeção de uma serie de dados históricos e de mercado, da qual se pode deduzir uma tendência futura.
Fade in/Out: Aumentar e diminuir o volume do som ou a nitidez da imagem; Processo de passar de uma cena para outra.
Feedback: Retorno de determinado anúncio, campanha, ou pesquisa.
Feeling: Capacidade assimilar.
Fix: Desarranjos e desastres de um lançamento de um produto.
Free Lance: Trabalho feito fora de horário de serviço; Trabalho encomendado fora da agência; Serviço extra.
Free Lancer: Pessoa que trabalha para uma agência sem ser empregado direto.
Freez: É uma parada de cena no filme. Cena que, durante o anúncio, congela, parecendo mensagem ou letreiro, ou ainda o logotipo do patrocinador. (Adaptado de "freeze")
Gag: tropeço do locutor(a) durante apresentação de comercial.
Gatefolder: Encarte desdobrável, cujo formato, quando aberto, geralmente é maior que o da revista.
Handout: Folheto barato para ser distribuído em exposições e eventos de mercado segmentado.
Hand-Sell: Ato de repetir pelo menos seis vezes o nome do produto em anúncio, filme, spot ou jingle.
House: Departamento de criação publicitária dentro de uma empresa, que funciona como agência, podendo inclusive atender a outros clientes. (Adaptado de "house-agency")
Insight: O mesmo que Eureka, achei. Súbita descoberta de algo quando está se criando uma peça publicitária.
Jingle: Música composta e criada para uma determinada campanha ou produto.
Job: Pedido de serviço gerado a partir do Briefing.
Kick-back: Picareta, pilantra da propaganda. Ovelha negra da classe.
Layout: Segunda fase de um esboço de um anúncio, a ser mostrado para o cliente anunciante. A primeira fase é o rough, também conhecida no Brasil por suas formas aportuguesadas raf e rafe.
Layoutar: Fazer o layout, ato de executar ou criá-lo.
Leg: Arte com ilustração sexy.
Linkagem: Relação entre peças publicitárias.
Make up: Maquiagem de um produto para fotografia ou filme.
New Release: O mesmo que Press Release.
Off: Diz-se para definir uma locução de comercial de TV/Cinema, onde não há aparição do locutor.
One short: Peça publicitária de grande impacto criada para ser veiculada uma única vez.
Press Release: Notícia de interesse do cliente ou da agência, enviada para ser publicada na imprensa em seus mais diversos meios.
Profit: Margem de lucro.
Prospect: Perspectiva de algum faturamento; Possível comprador ou interessado; Pessoa a quem se endereça a mala direta; A apresentação de uma para ganhar uma nova conta.
Pull: Estratégia de marketing destinada a tirar os produtos da prateleira de qualquer jeito.
Rafe: Forma adaptada foneticamente do termo inglês rough.
Recall Test: Recordação, nível de memorização de uma campanha, filme ou peça publicitária.
Run: Duração de uma impressão.
Slogan: Frase curta e de efeito e que, por força de ser repetida intensivamente, consagra um produto ou um serviço.
Story Board: Coluna destinada as falas e anotações do som; pode ser também coluna do script de rádio onde estão textos e som.
Take-one: Espécie de folder, sem dobra, para a colocação em display, de produção mais sofisticada que os panfletos comuns. Com apenas uma lâmina, de tamanho reduzido e textos objetivos e simples, trazendo normalmente, mensagem de impacto como título.
Target: Público alvo.
Voucher: Exemplar gratuito, mandado ao anunciante para comprovação de veiculação.
Zoom: Aproximação de câmera, ao máximo, de um mínimo de distância.

Fonte: A TERMINOLOGIA DA PUBLICIDADE
Nelly Carvalho (UFPE)

26.1.10

Automóvel bi-uso

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Esse carro é ideal para paquerar, conquistar garotas, passear com elas e se exibir por aí. Mas é também ideal para trafegar por São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e onde mais estiver alagado.

Você é o cara 3

Você é o cara que transformou o Brasil em abrigo de marginais internacionais, negando-se, por exemplo, a extraditar um criminoso para um país democrático que o julgou e condenou democraticamente. É, Lula! Você é o cara...
Por Caio Lucas

25.1.10

“Americanês” na publicidade

Na década de 1950 nós, publicitários, já utilizávamos o "americanês", isto é, incluíamos inúmeras expressões em inglês como nomenclatura para cargos, funções e tarefas na atividade. Bem compreensível para a época, pois os americanos foram os pais da propaganda e ninguém estabelecera ainda sinônimos em português.
Entretanto, mais de cinquenta anos depois, noto que aquelas palavras não apenas continuam em voga, como somaram-se a elas dezenas e dezenas de novas, provavelmente para registrar que a publicidade é uma atividade bastante hermética e destinada a poucos “eleitos”. Veja só quanto americanês:

Ad (de Advertise): Anúncio, publicidade.
Ad page exposure : Exposição, anúncio.
Ad Stock (de Advertiring stock): Soma de valores totais investidos pelo cliente em propaganda ao longo dos anos ou de um determinado período.
Ads Small (de Advertising small): Pequeno anúncio classificado; Anúncios populares em jornais ou revista de pequena circulação; Anúncio em tamanho econômico.
Advertising: Publicidade – meio de comunicação de massa que visa vender determinado produto ou serviço.
Age Group: Agrupamento de público-alvo por idade; Segmentação de mercado com parâmetros etários.
Approach: Enfoque de campanha publicitária.
Art Buyer: Pessoa encarregada de escolher modelos e fotógrafos para a propaganda.
Art Paper: Papel couchê, assim dito por ser muito utilizado em artes finais.
Art Work: O mesmo que arte final.
Back Cover: Guarda capa de uma revista ou livro.
Back Light: Outdoor luminoso, feito geralmente de tela emborrachada ou plastificada com luzes atrás iluminando à noite.
Baffle: Isolador de som.
Bait: Artigo de publicidade; Iscas publicitárias.
Banner: Bandeirola
Bill: Fatura.
Bit: Parte pequena do programa radiofônico.
Bite: Ação ou ataque de um ácido num clichê de impressão do anúncio.
Blind Date: Linha que indica as datas de inserção de um anúncio etc.
Blow up: Aplicação do anuncio.
Bluff: Atitude ousada e audaz, cujo risco calculado, baseia-se na ignorância dos outros, de modo que quase sempre funciona.
Blue Sheet: Ordem escrita que circula nos diversos setores de uma agência, determinando que a solicitação feita por um cliente pode ser executada em todas as fases.
Blurb: Pequena comunicação escrita na publicidade. Anúncio bombástico.
Bold: Negrito
Box: Espaço, geralmente delimitado por fios, onde são inseridas informações adicionais ao corpo de um anúncio publicitário.
Boom: Propaganda intensiva.
Brand: Marca, qualidade, nome.
Brand Switching: Mudança de marca.
Break: Intervalo.
Briefing: Folha de papel onde a agência coloca todos os primeiros dados de um anúncio ou campanha; Pasta em que uma agência arquiva todas as informações de um cliente; Dizer o que se quer.
Busdoor: Cartaz colocado em verso de ônibus.
Call Report: Correspondência unilateral entre agência e cliente.
Caps: Letras maiúsculas.
Clippings: Recortes de imprensa.
Closing date: O mesmo que deadline.
Comic Strip: Tira de história em quadrinho, assim dita quando está veiculada a produto ou tem cunho publicitário.
Cunsumer Behavior: Comportamento do consumidor.
Cross Section: Segmentação de mercado.
(continua)

Fonte: A TERMINOLOGIA DA PUBLICIDADE
Nelly Carvalho (UFPE)

Pneus novos. Na frente ou atrás?

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Hora de instalar pneus novos. Você deve montá-los na frente ou atrás? O especialista no assunto César Urinhani realiza testes práticos e esclarece suas dúvidas. Um serviço de utilidade pública.

23.1.10

Você é o cara 2

Você é o cara que está transformando o Brasil num país de parasitas e vagabundos, com o Bolsa-Família, com as indenizações imorais da bolsa terrorismo, com o repasse sem limite de recursos ao MST, o maior latifúndio improdutivo do mundo e abrigo de bandidos e vagabundos que manipulam alguns verdadeiros colonos. É, Lula! Você é o cara...

(por Caio Lucas)

Pastelão no Distrito Federal

Arruda (o governador embromador) imagina que nós, o povão, somos ignorantes, débeis mentais ou alienados.
Ele se esquece também de que existe a imprensa, que tudo informa – por vezes até em excesso.
Pois não é que o malandro tentou colocar suas raposas amestradas no galinheiro e “sumir” com a CPI da Câmara Legislativa, que deveria investigar o imenso lodaçal de propinas que foi flagrado, filmado, gravado, divulgado e mostrado para todo o país?
O que se espera é que tudo seja investigado, analisado e julgado. Quem tem culpa deverá ir para a cadeia e devolver a rapinagem para os cofres do Distrito Federal em valores atualizados.
Ou essa nossa terrinha é mesmo de ninguém?
É bom também verificar se a arruda (planta) protege mesmo dos maus espíritos. Pelo jeito, está na hora de procurar outra opção.

22.1.10

Você é o cara 1

Você é o cara que mais teve amigos e aliados envolvidos, da cueca ao pescoço, em corrupção e roubalheira, gastando com cartões corporativos e dentro de todos os tipos de esquemas.Você é o cara que conseguiu inchar o Estado brasileiro com tantos e tantos funcionários e ainda assim fazê-lo funcionar pior do que antes. É, Lula! Você é o cara...
(por Caio Lucas)

Náufrago azarado

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Experiências paulistanas

Passei uns dias em São Paulo, minha cidade natal.
Ontem, dia de voltar para Londrina desde Itanhaém, os meus piores pesadelos se concretizaram ao vivo e a cores. O trânsito estava inteiramente estagnado, congestionamentos monstros, acessos impossíveis. Chegar à Castelo Branco era desestimulado pelos repórteres das rádios.
Demoramos uma hora e meia para percorrer o caminho entre a Ricardo Jafet e uma saída alternativa que me levasse às estradas rumo ao Paraná.
Escolhi a Raposo Tavares, para tentar chegar ao Rodoanel. Neste, avistei também filas de caminhões parados, queimando combustível e poluindo a atmosfera.
Finalmente, a opção foi seguir até São Roque e alcançar o km 53 da Rodovia Castelo Branco.
Assim fica mais fácil explicar o porquê do alto número de infartados em São Paulo. Número onde me incluo.
Arghhhhhhhhhh!
Foto: Futura Press

13.1.10

Índios X índios

Essa notícia vai fazer furor na Europa: índios brigam contra índios... no asfalto da cidade grande.

Índios das etnias Xavante e Caiapó entram em conflito durante protesto contra a reestruturação da Funai, em frente à Fundação Nacional do Índio, em Brasília.
Os índios estavam protestando por causa de um decreto que causou indignação aos povos indígenas e foi criado, segundo o governo, para dar mais agilidade à fundação. Segundo os líderes indígenas, contudo, a reestruturação é prejudicial aos seus povos.
Aí começou uma pancadaria generalizada, digna do Velho Oeste americano. A assessoria da Funai informou que “os povos indígenas são completamente diferentes entre si nas suas culturas e tradições, o que pode provocar conflitos".

Foto meramente ilustrativa, Revista Época

Tentativa de Golpe de Estado

" O que Lula assinou no malfadado decreto ( Decreto nº 7.037, de 21 de dezembro de 2009, que estabelece o "Programa Nacional de Direitos Humanos”) constitui uma tentativa de golpe de Estado, que deita por terra a Constituição. Gravíssimo. Isso daria ensejo, seguindo o rigor da lei, ao estabelecimento de um processo de impeachment. "
Ricardo Vélez Rodríguez, hoje 13/01/10, no Estadão

Avatares em Londrina

O magnífico filme ‘Avatar’ de James Cameron, além de inovar na tecnologia cinematográfica, mostra em seu enredo uma série de simbolismos – dentre eles a violência da dominação do mais forte sobre o mais fraco. É a reprise do faroeste americano, substituindo os velhos cowboys armados de espingardas que dizimaram os índios, por guerreiros munidos da mais avançada e destruidora tecnologia.
Aqui em Londrina ocorre a mesma invasão impiedosa. Os guerreiros (aqui as construtoras) vão avançando sobre os espaços da cidade, com suas máquinas, seu barulho insuportável, suas marteladas, suas serras elétricas, sua sujeira, sua falta de cuidados com a natureza, sem a mínima contemplação conosco, os índios, os vizinhos moradores do entorno.
Como se não bastasse, várias das construtoras ignoram os horários estabelecidos por lei, trabalhando fora de hora, aos domingos, à noite, sem o menor controle sobre seus trabalhadores, que circulam com veículos de escapamento aberto, motores envenenados, som às alturas – um total desrespeito às leis e ao próximo.
Conclusões: as construtoras nem querem ouvir falar de responsabilidade social e ambiental, e não têm a menor contemplação em relação aos moradores das imediações – estes que se danem! E mais uma vez a Prefeitura é omissa, não sabe fiscalizar, não controla as irregularidades. Só quer saber de contabilizar as futuras arrecadações que advirão do IPTU.
Construtoras sem controle, mato crescendo, poluição visual se alastrando, calçadão, Zerão e outros locais públicos se deteriorando, ruas esburacadas, ambulantes ilegais, produtos piratas nas ruas, lagos assoreados, obras públicas estacionadas...
Pobre planeta Londrina! Pobres de nós, índios londrinenses!

11.1.10

Serviço Secreto norte-americano informa

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Agora a aeronáutica está utilizando aviões sem pilotos (chamados drones), que voam por controle remoto, armados com bombas e foguetes. Enquanto os aviões cumprem sua missão no Afeganistão, os pilotos permanecem à distância nos Estados Unidos, sentados em algum lugar no Colorado. A mão esquerda controla o motor do drone, enquanto a direita dirige o avião. Para disparar um míssil ou uma bomba, é só apertar o botão. Está tudo explicadinho. O Serviço Secreto norte-americano fez questão de divulgar este filme. Bom sabermos disso! Eu, você, o Iraque, o Afeganistão, o Irã, Chavez, Morales...

10.1.10

Jornalistas nota zero

Erros de português e de concordância continuam aparecendo em abundância nos jornais de Londrina. Estes dois são de hoje (10.01):

No Jornal de Londrina:
“A professora que conversou com o JL por telefone ainda narrou estratégias que ocorrem nos bastidores das escolas para evitar que alunos reprovem. Segundo ela, é comum...”
Para evitar que alunos reprovem o quê? Reprovem quem? A redação certa seria ”para evitar que alunos sejam reprovados”.

Na Folha de Londrina, o erro foi atroz: “Sanchez decreta: Acabou os reforços”. Aqui nem cabem comentários, o jornalista precisa voltar ao curso fundamental para aprender ou reaprender o idioma.

E assim vai-se jogando para o fundo do baú a nossa pobre e maltratada língua portuguesa.

9.1.10

Marido ingênuo

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Venezuela afundando na ditadura chavista

Hugo Chávez, que está levando o povo da Venezuela à ruína, anunciou ontem uma reforma financeira que desvalorizou o bolívar forte, a moeda do país. O bolívar forte estava em 2,15 por dólar no câmbio oficial desde 2005. Para negócios que envolvam o setor prioritário, a cotação passou para 2,60 por dólar. Para itens não essenciais - como automóveis, tabaco, bebidas, telecomunicações, produtos químicos, petroquímicos e eletrônicos -, o bolívar será cotado a 4,30, uma desvalorização de 100%.
O câmbio na Venezuela é controlado pelo governo. O país adotou o sistema de câmbio fixo em 2003. Em janeiro de 2008, já foram cortados três zeros da antiga moeda, o bolívar. Esta é a quarta desvalorização em sete anos. A inflação anual ronda 25%.
O presidente informou que as medidas buscam "dar novo impulso à economia produtiva, conter as importações que não são estritamente necessárias e estimular a política de exportação". Após quase cinco anos de crescimento contínuo, a economia venezuelana enfrentou um forte retrocesso no ano passado ao registrar uma queda de 2,9% com relação a 2008.
E imaginar que o nosso Lula da gula ditatorial admira e se diz hermanito desse psicopata!

Ditadura petista em marcha

Amantes da democracia: fiquem espertos.
O desastrado governo do PT, liderado pelo Lula da gula ditatorial, está tentando jogar para o Congresso um decreto absolutamente inconstitucional, que leva o pomposo nome de '3º Plano Nacional de Direitos Humanos'.
Segundo Arthur Virgílio, líder do PSDB no Senado, “o decreto do governo apresenta vícios de constitucionalidade insanáveis que se contrapõem às normas da legislação em vigor no país no que diz respeito à anistia. O texto colide com princípios constitucionais essenciais como a da livre iniciativa privada, o direito de propriedade e a liberdade dos meios de comunicação, contendo diretrizes político-ideológicas parciais e totalitárias que restringem os direitos e garantias individuais e fragilizam as instituições democráticas, instrumentos primordiais na manutenção do Estado de direito".
Críticas acirradas também estão sendo emitidas por militares, pelo ministro Reinhold Stephanes (Agricultura), pela (Confederação Nacional da Agricultura) e CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).
O decreto cria total "insegurança jurídica" ao modificar regras para a reintegração de posse de terras invadidas no país (leia-se os fora-da-lei do MST), na opinião de Stephanes.
A senadora Kátia Abreu acusou o governo de elaborar um plano ideológico contra o agronegócio em um texto com 'plataforma socialista' do governo federal.
Ainda no final de dezembro, os comandantes do Exército, general Enzo Martins Peri, e da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, ameaçaram pedir demissão caso o Lula não revogue alguns trechos do Plano Nacional de Direitos Humanos --que cria a 'Comissão da Verdade' para apurar torturas e desaparecimentos durante o regime militar (1964-1985). Duas propostas deixaram a área militar particularmente irritada: identificar e tornar públicas as 'estruturas' utilizadas para violações de direitos humanos durante a ditadura e criar uma legislação nacional proibindo que ruas, praças, monumentos e estádios tenham nomes de pessoas que praticaram crimes na ditadura.
E. como sempre, o Lula da gula ditatorial afirmou que não leu o que assinou!

Ele finge que 'não çabe de nada'!

8.1.10

Atiradores psicopatas

Para nós, leigos, é praticamente impossível descobrir as razões que levam uma pessoa aparentemente normal, que convive entre colegas de escola, de faculdade, ou no trabalho, subitamente, sem sinais prévios, a sair disparando uma arma a torto e a direito, assassinando quem estiver ao seu redor.
Há dois dias, em Saint Louis, USA, um homem atirou e matou três colegas de trabalho e feriu cinco.
Quartel Fort Hood, Texas, USA, 05.11.09: treze mortos e trinta feridos.
Ansbach, Alemanha, 16.09.09: nove feridos.
Winneken, Alemanha, 11.03.09: quinze mortos.
Dendermonde, Bélgica, 23.09.08: três mortos.
Kauhajoki, Finlândia, 23.09.08: nove mortos.
Illinois, USA, 14.02.08: cinco mortos e dezoito feridos.
Helsinque, Suécia, 07.11.07: oito mortos.
Virgínia, USA, 16.08.07: 32 mortos e quinze feridos.
Na maioria dos casos os atiradores acabaram se suicidando.
Pelas estatísticas, esses eventos ocorrem no mundo todo. Houve um caso célebre no Brasil, quando um jovem subiu à frente da tela de um cinema em São Paulo e atirou nos espectadores, matando três e ferindo quatro.
Deve ocorrer uma disfunção muito séria no cérebro de um psicopata destes, que perde a noção da realidade, dos sentimentos e da sua humanidade.
Onde será o próximo morticínio?

5.1.10

Skoda, o carro tcheco

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Comercial criativo do novo Skoda Fabia. A foto abaixo mostra um velho Skoda conversível, de cujo modelo parecido, ano 1948, na cor vermelha, fui um feliz (assim como a oficina mecânica) proprietário nos anos dourados de '60.

4.1.10

Encostas de morros e serras


É incrível como a incompetência e a irresponsabilidade dos administradores públicos se tornam evidentes, ano após ano, chuva após chuva, deslizamento de morro após deslizamento de morro.
Há décadas que todos, inclusive os gestores públicos, sabem que encostas de morros são áreas de risco e a probabilidade de deslizamentos de terra na época das chuvas atinge a espantosa cifra de 100%. O problema é que não sabemos qual será a região afetada da vez. Tivemos tragédias em todos os Estados onde existem e subsistem serras e morros.
Por isso, fico estupefato ao notar a inércia, a indiferença e a cumplicidade criminosa de prefeitos e seus secretários de governo, permitindo que casas sejam construídas nas encostas dos morros, além de se omitirem quando ocorrem invasões e surgem loteamentos clandestinos nestes locais tão perigosos.
A sociedade deveria buscar urgentemente um caminho para processar e levar a julgamento estes administradores omissos e irresponsáveis, para que recebam punições exemplares. Quem sabe se assim o Brasil chorará menos mortes e as famílias terão menos entes queridos para sepultar?

1.1.10

Virada de ano: Feliz 2010

Foto: Irish Examiner