7.8.09

renan, saia do Senado e recolha-se à prisão

Ao invés de ficar falando besteiras e acusando pessoas, seria ético (se é que essa palavra é de conhecimento do senador) que o malandro renan calheiros se recolhesse à prisão para acertar suas contas com a justiça. Eis quantas acusações correm contra ele:

STF Inquérito Nº2593/2007 - Consta como indiciado em inquérito movido pelo Procurador Geral da República.
Teria sido beneficiado por atos secretos editados pelo Senado entre 1995 e 2009 (O Estado de S. Paulo,
23.jun.2009).
Foi acusado de haver utilizado a Polícia do Senado Federal para espionar os senadores Marconi Perillo (PSDB-GO) e Demóstenes Torres (DEM-GO), que defendiam publicamente a cassação de seu mandato. A representação que solicitava a investigação do caso foi arquivada pelo Conselho de Ética do Senado (Veja,
1.dez.2007; O Estado de S. Paulo, 6.dez.2007).
Teria feito tráfico de influência em favor da Cervejaria Schincariol, para anular dívidas milionárias da empresa com o INSS e a Receita Federal. O Conselho de Ética do Senado votou pelo arquivamento do caso (O Estado de S. Paulo,
15.nov.2007).
Os recursos de um convênio entre a Funasa e a prefeitura de Murici (AL), administrada por Renan Calheiros Filho, firmado com base em emendas parlamentares de sua autoria, foram utilizados para contratar uma empresa fantasma registrada em nome de um ex-assessor do senador. A Mesa Diretora do Senado suspendeu representação contra o senador relacionada a essa denúncia (O Estado de S. Paulo,
14.out.2007, 24.out.2007).
Segundo o advogado Bruno Miranda, ex-marido de uma assessora de Renan Calheiros, o senador era favorecido por um esquema de arrecadação de dinheiro operado pelo pai dessa assessora, a partir de cobrança de propina e desvio de recursos em ministérios chefiados pelo PMDB. Representação contra o senador baseada nessa denúncia foi arquivada pelo presidente do Conselho de Ética do Senado (Época,
1.set.2007; Folha de S. Paulo, 6.dez.2007).
Em reportagem da Revista Veja, é acusado de se tornar sócio de emissora de rádio e de um jornal através da utilização de laranjas (pessoas que cedem o nome a terceiros, os verdadeiros proprietários, para ocultá-los juridicamente). O relatório do Conselho de Ética do Senado que pedia a cassação de seu mandato foi rejeitado pelo plenário. O senador renunciou à presidência da Casa pouco antes da absolvição (Veja,
4.ago.2007; O Globo, 5.dez.2007).
O senador e seu irmão, o deputado Olavo Calheiros, teriam ocultado a propriedade de fazendas em Murici, terra natal e berço político da família (O Globo,
28.mai.2007).
A construtora Mendes Júnior teria custeado despesas pessoais do senador de pelo menos R$16.500,00 por mês; o dinheiro era uma ajuda financeira a sua filha. O Conselho de Ética do Senado pediu sua cassação, mas acabou absolvido em plenário dessa acusação (O Estado de S. Paulo,
26.mai.2007; 13.set.2007).
Um de seus assessores movimentou conta bancária em paraíso fiscal utilizando aparelho de fax instalado na sala da liderança do PMDB no Senado (Folha de S. Paulo,
7.mai.2006).
Requisitou um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para levar parlamentares ao enterro da mãe do senador Arthur Virgílio, no Rio de Janeiro, enquanto presidente do Senado (Correio Braziliense,
6.mar.2006).
Teria firmado contrato com Wellington Salgado, dono da Universidade Salgado Oliveira (Universo), pelo qual vendeu irregularmente terreno público cedido à Campanha Nacional de Escolas Comunidade (CNEC), quando presidente dessa entidade filantrópica (Correio Braziliense,
12.fev.2006).
Dados do site “Transparência Brasil”

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