9.6.09

Esquecimentos A. C. e D. C.

Anos atrás, eu me orgulhava de guardar na memória praticamente todos os telefones de familiares e amigos, além de clientes e fornecedores da minha agência de propaganda.
Isso, antes do advento do celular e do computador (tempos A. C.).


Com o computador, surgiu a necessidade de “arquivarmos” uma quantidade cada vez maior de senhas na nossa cabeça. E com o surgimento do celular, encontramos o local ideal para despejarmos todos os números de telefone necessários, que por sinal dobraram, pois cada pessoa tem agora seu número fixo e seu número de celular. (tempos D. C.).

Hoje, além de não conseguir reter na memória nenhum número de telefone, ainda consigo fazer confusão com números e letras de senhas para as infinidades de acessos a bancos, blogs, empresas, associações, bank-phones, empresas de saúde, cartões de crédito, órgãos governamentais, etc.

Essa (des)concentração também provoca outros tipos de esquecimentos: as chaves do carro, a carteira, um documento, o endereço para onde a gente já estava saindo em disparada, o próprio celular na mesa da lanchonete, o dia da visita ao dentista, as anotações de uma reunião... porém nada tão grave como o esquecimento desse astronauta novato aí em baixo, que desceu sozinho na lua:


video

Nenhum comentário:

Postar um comentário