22.3.09

Ousado comercial alemão para teatro

Tradução: todo dia é dia de teatro. Escolha um.

4 comentários:

  1. A disposição dos últimos posts é de: "ah! as mulheres", não é?

    Porque, francamente, apesar de divertidas as manobras daquela coleção de bobagens femininas na direção a gente pode editar coisas iguais ou piores executadas por homens, também, não é?
    Um abraço.

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  2. Caríssima Rosa Maria:
    Não entendi a relação que você faz entre os últimos artigos e filmes, e as mulheres.
    Um filme é da Dymo e o casal, homem e mulher, estão em situação similar.
    O filme sobre as barbeiragens das mulheres é hilário, mas não fui eu o machista a criá-lo, ele veio do exterior.
    E o filme sobre o comercial do teatro coloca a mulher em situação mais inteligente do que os dois homens, apesar de insinuar uma traição dela perante o marido, traição que não se concretizou.
    Mulheres sempre foram a paixão da minha vida e vivi rodeado delas, entre esposa, irmã, mãe, filhas e até três cachorrinhas. E adorei!
    Esteja à vontade para me enviar material sobre os homens, tentarei publicar.
    Abraço,
    Julio

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  3. Não é que eu disponha deste material sôbre os "barbeiragens masculinas" mas acho que concordamos que seria possível obter. O que eu quiz dizer, e este tipo de comentário sempre pode resultar em algum mal-entendido, é que as mulheres depois de ficarem como baratas tontas tentando estacionar naquele vídeo, agora aparecem personificadas nesta traiçoeira e ardilosa "atriz" eva venenosa. O fato meu caro Júlio, é que se eu dissesse que não me melindrei nem um pouquinho estaria mentindo, mas também me diverti muito e, acima de tudo, quiz fazer uma brincadeira com você.

    Estou há 12 horas estudando um achado clínico que não consigo explicar e só tenho descansado a mente lendo as postagens dos blogues amigos.

    Portanto, convoco seu exército familiar feminino para um veredicto: e aposto que todas concordarão que há um matiz (discreto, mas há) de machismo no vídeo da direção dos carros e neste do teatro.

    Um grande abraço.

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  4. Ufa!
    Ainda bem que não a melindrei, pois seria a última coisa do mundo que eu gostaria de fazer.
    Quero voltar a falar do filme da traição: em sexo, quando um não quer, dois não fazem - e muito menos três. Ainda penso que não há nada de machista no filme, pois ambos queriam. De qualquer modo, tentarei fazer uma consulta ao lado feminino para ver se estou mesmo errado.
    No filme das barbeiragens femininas, a razão está toda ao seu lado. Mas qual é o homem que não gosta de falar mal das mulheres ao volante? Acho que o Henry Fortd não pensou nisso quando criou o automóvel para uso em larga escala.
    E espero que surja uma luz para resolver imediatamente o seu achado clínico.
    Gostei muito dos seus comentários, volte sempre. Para o bem ou para o mal, isto é críticas favoráveis ou não.
    Abraço,
    Julio

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