27.2.09

Fundos de Pensão, ONGs e outras minas de ouro



Antigamente, fundos de pensão eram a saída estratégica para alguém sair de lá sem pagar a conta. Os caloteiros sorrateiramente jogavam a mala pela janela, se esgueiravam pela janela e sumiam da pensão sem deixar pistas.
Hoje, Fundos de Pensão são impérios de sindicalistas que lidam com milhões de reais, sem a menor transparência, sem prestar contas a ninguém e muitas vezes financiando campanhas políticas, em prejuízo dos aposentados para os quais se destina o dinheiro.
Ou como explicar o enorme aporte de dinheiro de vários fundos no Banco Santos, em sua última semana de funcionamento, a taxas de juros irreais para o mercado, sem nenhum controle do Banco Central? Quem ficou com a dinheirama?
Agora ocorre uma guerra política, com o PMDB (o partido do "hay gobierno soy a favor") querendo destituir a diretoria do Fundo "Real Grandeza" de Furnas, pois lá está uma grana incalculável, de real grandeza, para mexerem, investirem em campanhas políticas e, quem sabe, tomar um ou outro Chivas Regal numa boate de luxo.
Por outro lado, apesar de já terem sido intimados, desmascarados e de conhecimento público, algumas ONGS fajutas continuam a receber verbas do governo e são apenas fachada para pilhagens disfarçadas. Anualmente entra uma bolada fornecida pelo governo, a ONG não cumpre sua função alegada e o dinheiro vai para as mãos de sabe se lá quem.
Agora falta descobrir os vários outros ralos por onde inventaram de sumir com NOSSO dinheiro. Que não são poucos.

Nós ralamos mas são os ralos levam a vantagem!

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