19.10.08

Paulinho da Força, o mau-caráter

Deu na Folha On Line:

“O deputado federal Paulinho da Força (PDT), deve algumas explicações a população de São Paulo que assistiu as suas polícias entrarem em guerra. Sua posição de incitação ao movimento, que terminou com o confronto entre policiais civis e PMs na tarde desta quinta-feira em frente ao Palácio dos Bandeirantes, é inadmissível para alguém que foi eleito pelo povo. As informações são de Igor Gielow, secretário de Redação da Sucursal de Brasília da Folha.

Uma coisa é apoiar o movimento, que pode ou não ter reivindicações justas. Outra é estimular que polícias em greve, algo que na minha opinião é inconcebível por definição, façam um protesto em local que, sabe-se, haverá confronto", diz Gielow.


Segundo o jornalista, Paulinho pode até alegar que não mandou ninguém ir armado ao protesto. "Pode ser, mas vamos aos fatos. Toda greve é detida em frente ao Palácio dos Bandeirantes pela PM (Polícia Militar), isso é notório. Policiais civis andam armados, estando em greve ou não. Não é preciso ser então exatamente um gênio para deduzir."

"O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados poderia sair da sua tradicional letargia e chamar Paulinho para uma conversa", declara o jornalista.

Bem, aqui neste blog já cansei de revelar quem é o verdadeiro Paulinho da Força. Pelos artigos anteriores já se pode considerá-lo enganador de aposentados, um mentiroso, um oportunista, um aproveitador da caixinha do BNDES e agora um agitador político, que depois de cada ato espúrio assiste a bagunça acomodado em seu sítio de milhares de reais, à beira da piscina, com um copo de Chivas Regal na mão.

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