1.8.07

Paixão carioca



Eu já havia lido sobre paixões desenfreadas. Artigos de revistas. Em geral, paixões femininas. De assustar. Mulheres que amam loucamente, mas ficam mais tresloucadas ainda quando estão perdendo seu homem. Capazes até de matar.
Um dia me contaram que um homem, recentemente separado da amante, quase fora assassinado por ela. Conseguiram barrá-la, transfigurada pelo ódio, na entrada do prédio de escritórios onde ele trabalhava. Ao abrirem sua bolsa, descobriram um revólver prontinho para ser descarregado no fujão.
Jamais imaginei que uma paixão tão maluca pudesse acontecer com um homem. Especialmente comigo. Até conhecer Maria Helena.
Ela era bem jovenzinha, tinha uns dezessete ou dezoito anos, não mais. Morena, devia curtir muito sol, cabelos lisos compridos, corpo perfeito, um par de pernas magníficas, cinturinha de maneca, o bum-bum sensacional, olhos verdes, pestanas negras enormes, rosto igualzinho aos daquelas estátuas gregas que a gente conhece por fotografias. E os seios... Ah! Os seios de Maria Helena... A mulher na colocação mais do que perfeita!

Conhecemo-nos em um domingo de sol forte, em Copacabana, misturados com aquele mundaréu de gente que, como eu, só tinha a praia como escolha, depois de...



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A foto utilizada é meramente ilustrativa

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